O primeiro Darksiders ganhou uma certa legião de fãs por adotar uma variação mais adulta e violenta do estilo dungeon crawler de Legend of Zelda. Mas Guerra (War), o protagonista daquele jogo, não podia ser personalizado. Ele era um brutamontes armado que funcionava do mesmo jeito para todo mundo [war never changes?]. Já a Morte (Death), protagonista de Darksiders II, será bem mais especial.
Eu joguei uma versão de testes do novo jogo da Vigil Studios e vi que algumas das mudanças, como o tamanho e a escala dos cenários, aparecem logo de cara. Segundo o estúdio, todo o cenário do primeiro Darksiders caberia em parte da Foundry, uma das fases que eu joguei.
Darksiders II acontece na mesma cronologia do primeiro jogo, e começa quando a Guerra é injustamente presa por iniciar o Apocalipse. A missão da Morte é limpar o nome do camarada, alcançando a Árvore da Vida e voltando no tempo para evitar o fim do mundo. Na fase que eu joguei, a Morte precisa despertar um guardião gigante para alcançar a Árvore da Vida. Para fazer isso, eu precisava encontrar três Heartstones espalhadas pela fase e implantá-las no monstro.
O estilo "fantasia hardcore" de Joe Madueira ainda se destaca na arte dos personagens, mesmo que a Morte seja um modelo de herói mais elegante e menos musculoso que a Guerra.
Como o visual denuncia, a Morte difere da Guerra tanto nos movimentos quanto no estilo de luta. Ela é muito mais ágil e acrobática, corre pelas paredes e se esquiva dos ataques frequentemente, como você já tinha visto no vídeo acima. Ela também ganhou um movimento de agarrar e será acompanhada por personagens NPC que vão ajudar a avançar pelos puzzles do jogo. A Morte empunha um par de foices como arma principal e carrega um martelão como arma secundária. A melhor parte é que você poderá ajustar as estatísticas dessas armas graças ao novo sistema de Loot.
Itens aleatórios caem quando você derruba certos inimigos, e você pode começar a usar o novo equipamento imediatamente, apertando um botão, sem precisar entrar nos menus do jogo. Você só pode carregar alguns itens por vez, e seu estilo de jogo é o que vai acabar influenciando as decisões sobre o que carregar e o que jogar fora. Um detalhe legal é que todos os itens equipados aparecem com a Morte durante as cutscenes.
Outro elemento de RPG que temos em Darksiders II é uma árvore ramificada de habilidades com dois conjuntos distintos. As habilidades do lado Harbinger representam o combate, e as habilidades de Necromancer representam magia. No teste eu usei duas magias: Exumar, que convoca cadáveres aliados, e Assassinato, que lança um bando de corvos nos inimigos.
Ao chegar no Guardião, descubro que a corrupção desencadeada pelo Apocalipse o transformou em uma criatura do mal. Claro, isso significa que eu preciso lutar com ele. Darksiders II tem elementos de combate dos jogos mais modernos da série Prince of Persia, mas vi muito de Shadow of The Colossus na luta contra o Guardian.
Eu corro em volta do chefão gigante cavalgando Desespero, meu cavalo-fantasma. Acerto o braço do inimigo com minha pistola, cortando o braço dele e permitindo que eu escale para pegar uma Heartstone. Na próxima parte da luta eu preciso correr de enormes pedras mágicas que me perseguem. O truque é correr para debaixo do Guardião, fazendo dele o novo alvo das pedras. Depois que ele é atingido por seus próprios projéteis, a batalha termina e sou premiado com uma bela cutscene.
Darksiders II melhora a fórmula do primeiro jogo, deixando tudo mais rápido e flexível. E os elementos de RPG podem fazer você querer jogar mais de uma vez. Saberemos, de fato, quando o jogo for lançado, em 26 de junho, para PC, Xbox 360 e PS3.
fonte: GameVicio
A confirmação de uma versão PC de Dark Souls foi uma vitória para aqueles que assinaram a petição online que acumulou mais de 90 mil assinaturas. Mas rapidamente houve quem ficasse desiludido com o anúncio devido a um pormenor, o jogo terá suporte para o Games For Windows Live.
O resultado foi a criação de uma petição para que o jogo suporte o Steamworkds da Valve em vez do Games For Windows Live.
Os argumentos usados é que o Games For Windows Live é não-popular, difícil de usar e tem mau suporte para online.
"Depois de uma ansiosa espera para o lançamento deste jogo fantástico no PC, é uma chapada na cara saber que Dark Souls usará Games For Windows Live."
A petição tem neste momento mais de 15 mil assinaturas.
A Academia de Artes Interativas e Ciências anunciou hoje a sua lista de nomeações para os prêmios anuais da Interactive Achievement, e Uncharted 3: Drake Deception é o grande candidato com 12 indicações. O jogo desenvolvido pela Naughty Dog é indicado para vários prêmios grandes, incluindo o grande jogo do ano.
Mas Uncharted não é o único, Portal 2 da Valve conseguiu acumular impressionantes 10 indicações, LA Noire levou nove indicações, Batman: Arkham City atingiu um total de sete, enquanto Skyrim levou em seis.
O Interactive Achievement Awards será realizado no dia 9 de fevevereiro com uma multidão ao vivo e transmitido on-line,e será apresentado pelo comediante Jay Mohr,que mais uma vez presidir as cerimônias.
Para ver todos os candidatos e categorias clique na fonte da notícia
Fonte: Industrygamers
Em um ano em repleto de trilogias, mais uma famosa franquia chega a seu terceiro título. O FPS Resistance 3 mostra que evoluiu e promete dar trabalho a outros clássicos, como Killzone. Confira:
A invasão alienígena
O mundo foi devastado, e uma raça alienígena chamada Chimera acabou com tudo o que conhecemos hoje. O que sobrou foram destroços, miséria, fome, falta de recursos, energia e até a prática do canibalismo. Milhares foram mortos para tentar conter a invasão e, entre todo esse emaranhado de desgraça, está Capelli, o protagonista do terceiro capítulo da narrativa, que se vê sem saída ao descobrir que seu filho está infectado com um vírus alienígena. Ele parte em busca do Dr. Malikov, que supostamente criou uma vacina para este vírus a partir do sangue de Hale, o personagem principal dos títulos anteriores. A partir daí, é só mandar bala.
A jogabilidade que rende críticas
Resistance 3 traz os melhores elementos de um jogo de tiro. Inspirado em clássicos como Doom, o jogador tem de correr atrás de vida quando estiver machucado. O que dá mais desafio e nos leva a pensar um pouco mais nas estratégias de combate. Outro destaque fica para as armas. São dez equipamentos de diferentes espécies, que vão desde metralhadoras à espingardas e máquinas de destruição.
Cada uma delas conta com duas opções de tiro. Sendo o primário com disparos normais, e o secundário como uma habilidade especial. Há armas que perseguem o inimigo, criam escudos de energia ou até mesmo balas explosivas.
O título oferece também suporte ao PlayStation Move, o controle de movimentos da Sony. Porém, assim como em outros jogos semelhantes, esse suporte é desnecessário. De fato, não é legal ficar mirando para a tela, realizar movimentos o jogo todo, cansar o braço em um controle que não oferece tanta diversão. É muito mais fácil e agradável jogar no modo oldschool, já que estamos falando de um game que traz muitos elementos destes clássicos de tiro.
Efeitos sonoros decepcionantes
Outra parte que deixa um pouco a desejar é o som. As armas não oferecem efeitos tão realistas ou interessantes, assim como todo o ambiente de batalha e a trilha sonora. É algo que realmente passa de uma forma que mal se percebe. Além disso, as cutscenes, dublagens e personagens não convencem e são fracos demais, apesar de Joe Capelli oferecer muito mais “aventura” para o game do que o protagonista anterior, Nathan Hale.
Diversão offline e online
Resistance 3 não conta apenas com um modo de campanha bem estruturado, mas também modalidades multiplayer que não deixam a desejar. Você pode, por exemplo, terminar toda a história do game em companhia de um amigo, no modo cooperativo. Além disso, há outros quatro modos para jogar online que abrigam até 16 jogadores na mesma sala. E, diferente da campanha – que se passa apenas nos Estados Unidos –, o modo multiplayer conta com mapas espalhados por todo o mundo.
Conclusão
O mercado está lotado de jogos de tiro em primeira pessoa. Resistance 3 é mais um deles. Mas, apesar de ser um jogo “marrom”, no mesmo estilo que outras dezenas de títulos semelhantes, o game consegue sobreviver e, principalmente, oferecer uma jogabilidade realmente divertida e que prende o jogador. Os motivos para isso estão nos gráficos, que dão um show à parte de efeitos e renderizações boas, na enorme seleção de armas para acabar com aliens durante a aventura e, por fim, o modo de jogo oldschool, em que é necessário coletar kits médicos de vida para recuperar-se dos danos.
A invasão alienígena
O mundo foi devastado, e uma raça alienígena chamada Chimera acabou com tudo o que conhecemos hoje. O que sobrou foram destroços, miséria, fome, falta de recursos, energia e até a prática do canibalismo. Milhares foram mortos para tentar conter a invasão e, entre todo esse emaranhado de desgraça, está Capelli, o protagonista do terceiro capítulo da narrativa, que se vê sem saída ao descobrir que seu filho está infectado com um vírus alienígena. Ele parte em busca do Dr. Malikov, que supostamente criou uma vacina para este vírus a partir do sangue de Hale, o personagem principal dos títulos anteriores. A partir daí, é só mandar bala.
A jogabilidade que rende críticas
Resistance 3 traz os melhores elementos de um jogo de tiro. Inspirado em clássicos como Doom, o jogador tem de correr atrás de vida quando estiver machucado. O que dá mais desafio e nos leva a pensar um pouco mais nas estratégias de combate. Outro destaque fica para as armas. São dez equipamentos de diferentes espécies, que vão desde metralhadoras à espingardas e máquinas de destruição.
Cada uma delas conta com duas opções de tiro. Sendo o primário com disparos normais, e o secundário como uma habilidade especial. Há armas que perseguem o inimigo, criam escudos de energia ou até mesmo balas explosivas.
O título oferece também suporte ao PlayStation Move, o controle de movimentos da Sony. Porém, assim como em outros jogos semelhantes, esse suporte é desnecessário. De fato, não é legal ficar mirando para a tela, realizar movimentos o jogo todo, cansar o braço em um controle que não oferece tanta diversão. É muito mais fácil e agradável jogar no modo oldschool, já que estamos falando de um game que traz muitos elementos destes clássicos de tiro.
Efeitos sonoros decepcionantes
Outra parte que deixa um pouco a desejar é o som. As armas não oferecem efeitos tão realistas ou interessantes, assim como todo o ambiente de batalha e a trilha sonora. É algo que realmente passa de uma forma que mal se percebe. Além disso, as cutscenes, dublagens e personagens não convencem e são fracos demais, apesar de Joe Capelli oferecer muito mais “aventura” para o game do que o protagonista anterior, Nathan Hale.
Diversão offline e online
Resistance 3 não conta apenas com um modo de campanha bem estruturado, mas também modalidades multiplayer que não deixam a desejar. Você pode, por exemplo, terminar toda a história do game em companhia de um amigo, no modo cooperativo. Além disso, há outros quatro modos para jogar online que abrigam até 16 jogadores na mesma sala. E, diferente da campanha – que se passa apenas nos Estados Unidos –, o modo multiplayer conta com mapas espalhados por todo o mundo.
Conclusão
O mercado está lotado de jogos de tiro em primeira pessoa. Resistance 3 é mais um deles. Mas, apesar de ser um jogo “marrom”, no mesmo estilo que outras dezenas de títulos semelhantes, o game consegue sobreviver e, principalmente, oferecer uma jogabilidade realmente divertida e que prende o jogador. Os motivos para isso estão nos gráficos, que dão um show à parte de efeitos e renderizações boas, na enorme seleção de armas para acabar com aliens durante a aventura e, por fim, o modo de jogo oldschool, em que é necessário coletar kits médicos de vida para recuperar-se dos danos.
Fonte: OnlyGames
Na última atualização da PSN, o jogo Just Cause 2 é incluso no catálogo em sua versão definitiva, com todos os DLCs já lançados – também chamada de Ultimate Edition. Assim, ao comprar o jogo, o usuário recebe todos os pacotes de armas, veículos e acessórios lançados no passado, em um único pacote.
Especificando o conteúdo extra do jogo, Just Cause 2: Ultimate Edition possui o Black Market Aerial Pack, que possui um novo jato e um pára-quedas, e o Black Market Boom Pack, com novas armas e uma “Quad Rocket Launcher”, cluster Bomb Launcher e uma Air Propulsion Gun.
A Ultimate Edition de Just Cause 2 custa US$ 29,99, ou o jogador pode comprar a versão comum sem nenhum DLC, por US$ 24,99. Os itens inclusos no DLC não são indispensáveis, ou dão uma grande vantagem ao jogador. Apenas servem para se divertir mais em um grande mundo aberto. A liberdade de Just Cause 2 faz com que ele seja bem divertido, mesmo não tendo um humor exagerado comoSaints Row: The Third.
Fonte: OnlyGames
Esta é a forma como a versão de próxima geração de Fifa realmente se parece. É realmente impressionante e considere isto: está sendo feito por apenas um homem e não por uma equipe inteira dedicada a ele. Simplesmente impressionante.
Fifa 13 para PC na Cryengine 3:
Outros mods que estão chegando para PC que usam a Cryengine 3:
Foi publicado um relatório no site TorrentFreak.com, mostrando quais foram os jogos mais pirateados de 2011 tanto nos PCs quanto nos consoles. A lista não impressiona muito, bem como a prática da pirataria de jogos, mas sempre dá uma noção de quanto as produtoras deixam de ganhar com a venda de seus títulos originais.
O jogo mais pirateado no PC foi Crysis 2, com quase 4 milhões de downloads, e no Xbox 360 o campeão da pirataria foi Gears of War 3, com quase 900 mil downloads. No relatório a seguir não existem dados do PlayStation 3, devido seus números de jogos pirateados terem sido muito pequenos e irrelevantes.
Uma grande surpresa aconteceu na plataformaWii, onde Super Mario Galaxy 2 foi o título mais pirateado, mesmo que não tenha sido lançado durante 2011. Em contrapartida, The Legend of Zelda: Skyward Sword não está sequer entre os cinco títulos mais pirateados. Será que isso é algo bom ou ruim, tendo em vista a aceitação do público em relação a esse título? Confiram a lista completa a seguir:
Downloads de jogos para PC
1. Crysis 2 (3,920,000)
2. Call of Duty: Modern Warfare 3 (3,650,000)
3. Battlefield 3 (3,510,000)
4. FIFA 12 (3,390,000)
5. Portal 2 (3,240,000)
1. Crysis 2 (3,920,000)
2. Call of Duty: Modern Warfare 3 (3,650,000)
3. Battlefield 3 (3,510,000)
4. FIFA 12 (3,390,000)
5. Portal 2 (3,240,000)
Downloads de jogos para Wii
1. Super Mario Galaxy 2 (1,280,000)
2. Mario Sports Mix (1,090,000)
3. Xenoblade Chronicles (950,000)
4. Lego Pirates of the Caribbean (870,000)
5. FIFA 12 (860,000)
1. Super Mario Galaxy 2 (1,280,000)
2. Mario Sports Mix (1,090,000)
3. Xenoblade Chronicles (950,000)
4. Lego Pirates of the Caribbean (870,000)
5. FIFA 12 (860,000)
Downloads de jogos para Xbox 360
1. Gears of War 3 (890,000)
2. Call of Duty: Modern Warfare 3 (830,000)
3. Battlefield 3 (760,000)
4. Forza Motorsport 4 (720,000)
5. Kinect Sports: Season Two (690,000)
1. Gears of War 3 (890,000)
2. Call of Duty: Modern Warfare 3 (830,000)
3. Battlefield 3 (760,000)
4. Forza Motorsport 4 (720,000)
5. Kinect Sports: Season Two (690,000)
Fonte: OnlyGames
















Resistance 3
Resistance 3 (Foto: Divulgação)









